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As Mudanças e a Manutenção do Status Quo

Postado 2017/10/14

As pessoas reagem emocionalmente às mudanças que ocorrem em sua vida.

No ambiente corporativo esta reação pode levar a opção de se manter o Status Quo e adiar mudanças necessárias para não ter que lidar com reações emocionais de diversos matizes.

Quando as mudanças são implementadas a autoestima e a moral das pessoas varia conforme a curva da figura abaixo.

 

Principais pontos da curva:

  1. Entorpecimento: é quando se recebe a notícia da mudança. Fica-se meio anestesiado com a informação de que se iniciou uma mudança para uma nova situação.
  2. Negação:  estágio em que há dificuldade de se aceitar a mudança, não se quer acreditar no que está acontecendo e se deseja que tudo fique do jeito que era antes. Tendência a fugir da realidade e ainda há esperança que nada aconteça. Nega-se que a mudança vai dar certo.
  3. Raiva: estágio que ocorre quando o indivíduo reconhece que negar não vai adiantar mais. Ele começa a ficar frustrado e seu estado torna-se alterado com descontrole das ações onde reage com raiva ao que acontece. Questiona-se e desconfia-se de tudo e de todos. Utiliza-se frases do tipo “por que eu? Isto não é justo”.
  4. Barganha: estágio em que as ações são controladas e se procura negociar para deixar algo do jeito que era. Baseado em crenças e valores se faz promessas esperando que a situação se resolva. São utilizadas frases do tipo “será que não dá...”, “não seria possível...”.
  5. Depressão: estágio em que não há mais o que se negociar e não se reage mais. A angustia aumenta. O indivíduo se torna introspectivo, isolando-se, e utilizando frases do tipo “eu estou tão triste”, “porque me aborrecer com alguma coisa”.
  6. Aceitação: estágio de adaptação, onde deixa-se de resistir, conformando-se com a nova situação. A pessoas se adapta a nova realidade, utilizando frases do tipo “tudo vai dar certo”, “se não posso lutar contra, devo me preparar para a nova situação”.

Pode ser observado que durante os estágios B e D há uma perda de produtividade da equipe devido à baixa da autoestima e ao ambiente propício a murmúrios dos empregados. A área de cafezinho lota de grupos conversando em voz baixa e criticando a mudança efetuada.

Não é interessante que este estado de coisas prossiga. Então, o Líder e não o chefe, pois há grande distinção entre eles, deve ser capaz de rapidamente interagir com a equipe, injetando novo ânimo, quando justamente a autoestima começa a baixar.

Por quê? Para evitar os problemas abaixo listados, que podem ocorrer concomitantemente:

  1. Redução da queda de autoestima ao mínimo, representada na figura pela diferença entre Y1 e Y2.
  2. Redução do tempo de queda da autoestima ao mínimo, representada na figura pelo tempo entre T1 e T2.

Mudanças são talvez a maior constância na vida das pessoas, mas elas sempre reagem da mesma forma. Os Líderes precisam estar preparados para lidar com as reações emocionais adversas.

 

Referência:

Wikipedia; Kübler-Ross model. Disponivel em https://en.wikiedia.org/wiki/K%C3%BCbler-Ross_model. Consultado em 14/11/2016

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Livros do prof. Walter Gassenferth

Sobre o livro Gestão de Negócios e Sustentabilidade: "Livro instigante, aborda com responsabilidade técnica uma especial enciclopédia de consultoria. Assuntos de gestão, motivação, MKT, postura, governança, ambiente e etc... São vários livros em um só, com modesto título, por isso o qualifico de "n" livros objetivamente compactados muito mais de que pesa e custa”.

Helson Lemos

"Li, gostei e recomendo o livro Gestão Empresarial em Gotas. Trata-se de uma leitura fácil que vai apresentar alguns conhecimentos essenciais para a gestão empresarial, mas sem ser maçante como um livro acadêmico. Trata-se de uma leitura indicada para gestores que queiram se familiarizar com algumas das técnicas e procedimentos da boa administração empresarial".

Callegari Coelho

Site Logística Descomplicada

http://www.logisticadescomplicada.com/gestao-empresarial-como-fazer/